
Blue moon, you saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
Blue moon, you know just what I was there for
You heard me saying a prayer for
Someone I really do care for
And then suddenly appeared before me
The only one my arms could ever hold
I heard somebody whisper please adore me
But when I looked that moon had turned to gold
Blue moon, now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own
(canção de Richard Rodgers & Lorenz Hart - 1934)
Hoje vi uma lua cheia escandalosa, de um brilho mágico, ao descer a Av. Morumbi: era a "Blue Moon", a segunda lua cheia do mês, fato que só acontece, em média, de dois em dois anos: a "lua azul". Li uma vez que o nome é, na verdade, impróprio, pois nenhuma alteração na costumeira coloração da lua e nem no luar ocorre de fato. Não importa, a magia existe - ficamos diferentes sob essa luz. Talvez por constatarmos a nossa pequenez, ao olhar algo que transcende nossa vida mesquinha, cotidiana. Ou simplesmente porque damos um tempo nela para tentar entender o mistério do universo e a beleza que existe nas coisas mais primitivas e simples, como uma linda lua cheia. Igual a essa, só em 2009, e nem sei se estarei por aqui para vê-la novamente. Mas hoje... eu a vi.